
A partir do próximo dia 25, as sacolas de plásticos descartáveis serão substituídas por sacolas retornáveis feitas com matéria-prima de fonte renovável ou, aos consumidores que não quiserem abrir mão das biodegradáveis, será cobrada uma taxa de R$ 0,19 por cada uma.
A mudança faz parte de um acordo assinado entre a Prefeitura e a Associação Paulista de Supermercados (Apas), que lançou a campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco” em defesa do meio ambiente.
Por outro lado, algumas pessoas afirmam que o plástico, material utilizado na confecção das sacolas, é um produto fácil de ser reaproveitado através de um processo industrial relativamente simples. Além disso, estima-se que supermercados e estabelecimentos comerciais irão lucrar com o corte das “sacolinhas”, tornando a medida meramente econômica ao invés de ecológica.
Durante entrevista ao programa “Bom Dia Gazeta”, o advogado Paulo Monteiro esclareceu os prós e os contras da nova medida.