Três alunos da Cásper Líbero são selecionados
Felipe Colla de Amorim, Jessica Grant Craveiro e Maria Aparecida Pereira da Silva foram selecionados para o projeto Repórter do Futuro, curso de complementação universitária para estudantes de jornalismo. Os alunos vão cursar o módulo de Informação sobre Jornalismo em Situações de Conflito Armado. A iniciativa é da Oboré, que desenvolve projetos de comunicações e artes. Sérgio Gomes, jornalista e diretor da instituição e um dos coordenadores do projeto, diz que foram 178 inscritos (153 estudantes de graduação e 25 formados). "No encontro de confraternização e seleção compareceram 64, o que segue o padrão dos últimos anos. Destes 64, foram selecionados 20, entre alunos do Mackenzie, PUC, Cásper Líbero, ECA/USP, Metodista, Unitau, UniSantana e São Judas”.
Os alunos foram selecionados pelo método do “parecer cego”, no qual os avaliadores não sabem quem estão avaliando. O curso é gratuito para aqueles que estão de acordo com o combinado (todos entregam um cheque caução de um salário mínimo, que é devolvido ao final. Quem não cumpre, perde o cheque), entregando textos semanais e freqüentando o acompanhamento pedagógico. Depois, o aluno deve publicar um destes texto em um veículo jornalístico já existente, impresso ou digital.
“Os alunos da Cásper perfazem 10% de inscritos e depois essa porcentagem vai subindo. Eles são 15% dos que comparecem no encontro obrigatório de seleção e são 20% dos que são aprovados. A Cásper sempre se destaca”, conta Sergio. Para Jessica Grant, do 4º ano, “o processo de seleção já foi interessante porque foi um contato com o tema do curso. Antes de fazer Jornalismo vi um filme sobre cobertura de guerra e me interessei pelo tema. O curso é uma oportunidade de entrar em contato com essa especialização”.
Maria Aparecida Pereira da Silva, do 3º ano, começou a se preparar para a seleção no 2º ano, no curso “Metodologia e Pesquisa”, ministrado pela Professora Jurema Xavier: “elaboramos um esboço de Projeto para TCC intitulado Correspondência de Guerra ao vivo no Oriente Médio: o Jornalismo que o Brasil precisa construir, buscando desenvolver reflexões de natureza teórica e de formação na prática jornalística brasileira omissa diante da não-cobertura de situações dos conflitos armados. O Repórter do Futuro é catalisador de nossa aspiração por mediar informação onde faltam entendimento e tolerância: no conflito armado e outras situações de violência”, diz a aluna.
Para mais informações, acesse o site Repórter do Futuro.