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18/02/2011 - 17h11 - Atualizado em 22/05/2012 - 05h57

Quarto dia de Social Media Week

Francini Vergari, 2º ano de Jornalismo

Na quinta-feira, dia 10 de fevereiro, evento discutiu humor, marketing, política e perfis fakes

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Maria Beatriz Gonçalves
Para Gisele Beiquelman, real e virtual não existem

Para dar início ao quarto dia de debates, a mesa O Eu Digital começou de um jeito bem diferente. Os palestrantes Giselle Beiguelman (Artista Digital/PUC) e Luiz Algarra (Papagallis) propuseram que os participantes conversassem entre si por alguns minutos e discutissem a questão: o seu eu digital é diferente do seu eu presencial?

Gisele contou que, na internet, vive-se várias pessoas ao mesmo tempo e que os conceitos de “real e virtual” não existem, "são projeções nossas".




Humor online


Maria Beatriz Gonçalves
Enquanto Xico Sá vê rede social no bar e não na
internet, Rafinha Bastos e Corumbá aprovam os
formatos de humor online


Humor.com – do que, por que, com quem rimos?
 recebeu Rafinha Bastos (CQC), Mederijohn Corumbá (Galo Frito) e Xico Sá (escritor/colunista) para falar sobre o “boom” de conteúdo humorístico da web.

Corumbá justificou o sucesso afirmando que as pessoas se cansaram da televisão e que a internet acabou se tornando mais acessível. Rafinha Bastos aprovou a moda dos vlogs, mas confessou não entender o sentido deles. Xico Sá criticou o monopólio da imprensa no Brasil e falou que não existe rede social. Para ele, “rede social é o bar."





Utilidade


Maria Beatriz Gonçalves
Debatedores discutiram o nível cultural dos brasileiros


Com um clima mais tenso, Renê de Paula (Locaweb), Gil Giardelli (ESPM/Gaia) e Pedro Doria (Estadão) discutiram a utilidade das mídias sociais em Quantos, Quem, Onde, por que somos? Sonho x Realidade.

O trio provocou a platéia com alfinetadas sobre política, educação e deficiência cultural dos brasileiros, garantindo que os maiores tesouros que temos para explorar são, justamente, os problemas. “Social Media é como um caso: é muito fácil começar, mas depois você perde o controle.”, finaliza Gil.




Desvendando fakes


Maria Beatriz Gonçalves
@nairbello anima a platéia cantando "Volare"

Bia Granja, uma das personalidades mais influentes das mídias sociais segundo o IG, estava moderando a mesa Desvendando @s e fazendo os participantes gargalharem.

No debate, os espectadores conheceram quem está por trás de @NairBello, @HebeCamargo e @MussumAlive. Eles contaram de onde veio a idéia de criar fakes para essas figuras públicas, suas inspirações, motivações e histórias engraçadas. Como bônus, @Nairbello ainda fez a plateia ficar de pé e cantar “Volare” para encerrar a conversa.


Voz e visão do presidente, com Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander, tratou de como as mídias sociais são observadas pelos empresários, principalmente.

Fábio falou que mudanças são necessárias e que, mesmo não querendo, todos estão conectados. E adicionou: “Por causa da internet, o consumidor já chega para comprar com a ‘cabeça feita’”.

Pensando à frente

Maria Beatriz Gonçalves
Para debatedores, mídia social só reforçou a carac-
terística colaborativa da internet


Para refletir sobre O Futuro das Mídias Sociais, estavam Abel Reis (Agência ClickIsobar), Edney Souza (BlogContent), Martha Gabriel (ESPM), Gustavo Fortes (Espalhe), Ricardo Cavallini (WMcCann), Roberto Grosman (FBiz) e Eric Messa (FAAP). 

Os debatedores falaram sobre colaboração, elemento que sempre existiu na internet, mas tendo em vista como nas mídias sociais essa característica é ainda maior. Alertaram para a falta de sociabilidade da televisão e o excesso de informações a serem consumidas.




Marketing para jovens


Maria Beatriz Gonçalves
Para os palestrantes, adolescentes não mais fazem
diferenciação entre o que é on ou offline


Marketing que DE FATO fala com o jovem
foi, de certa forma, continuação da mesa anterior. Eduardo Fraga (Talk Inc.), Roberto Martini (Cubocc), Tatiana Schibuola (Capricho) e Keid Sammour (Wunderman) disseram que os jovens já não diferenciam de onde vieram as informações que consumiram. Segundo eles, para  os adolescentes, tudo é “on” o tempo todo, não existe “off”. Tatiana afirmou que, em Capricho, é constante a aproximação da revista com as leitoras, tanto para ouvir críticas como elogios.  



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