As narrativas audiovisuais reúnem dois filmes de ficção e dois documentários, apresentados a seguir.
Em Rede de intrigas (Network, EUA, 1976), Sidney Lumet (1924) oferece um panorama mordaz do alto escalão de uma fictícia rede de TV, alternando os registros da comédia de crítica social e do drama.
Em Arquitetura da destruição (Architektur des untergangs, Suécia, 1992), Peter Cohen (1946) mostra que a estética nazista constituiu uma força agregadora disposta a tornar o mundo belo por meio do emprego da violência.
O bandido da luz vermelha (Brasil, 1968), de Rogério Sganzerla (1946-2004), é uma autêntica experiência de cinema marginal, por cuja lente o diretor trata do mito do herói em um país subdesenvolvido.
Em Santiago (Brasil, 2006), João Moreira Salles (1962) reflete sobre o tempo, a identidade, a memória e a própria natureza do documentário.
Cada uma dessas obras singulares irá solicitar do candidato uma análise vertical, crítica e transdisciplinar do mundo das narrativas e da comunicação e da realidade histórica que concebeu as obras e com a qual elas estão ligadas ainda nos dias de hoje.